domingo, 30 de março de 2014

Costinha relata episódios de terrorismo sobre profissionais do FCP

Em entrevista a Alexandra Tavares Teles, Costinha fala dos motivos da saída de Derlei do FC Porto. Fala do presidente dos Super Dragões. Assume que foi ameaçado. Relata episódios de terrorismo sobre profissionais do FCP. Uma vez mais, a entrevista não mereceu o devido destaque.
ATT - Derlei foi dispensado por vontade de Fernández ?
Costinha - Isso é mais complicado. Para perceber a saída de Derlei é preciso encontrar quem está por... detrás dela. Não admito que um grupo de adeptos venha criticar e enxovalhar, com faixas provocatórias, um atleta que deu ao clube aquilo que Derlei deu. E mais espantados ficámos quando ninguém do FC Porto tomou uma atitude. Pelo contrário. Essa gente, depois de insultar os jogadores, entravam nas instalações do clube com um livre-trânsito e ninguém fazia qualquer reparo. E mais: de dia ameaçavam os jogadores e á noite jantavam com dirigentes do FC Porto. Que pensa um grupo quando sabe que quem os insultam e ameaçam janta com dirigentes do clube ?
ATT - Conhece o presidente dos Super Dragões ?
Costinha - De vista. Ele diz-se profissional de claque e, pelo que aparenta, tem uma profissão rentável. Muitos jogadores do FC Porto não ganham para comprar Porches e ele tem um.
ATT - Acha que as claques serviram para branquear as decisões da direcção que falharam ?
Costinha - Não sei. Sei que tenho no meu corpo marcas que provam o que dei ao clube. Joguei lesionado e joguei infiltrado, fi-lo porque quis e por dedicação. Ganhei tudo o que havia para ganhar. E ainda andam a correr atrás de mim para me fazer a vida negra?! E os responsáveis, os directores não fazem nada ?
ATT - Foi ameaçado?
Costinha - Sim, mas como tenho um grande amigo na cidade do Porto o caso teve um fim pacífico.
ATT - Qual foi a situação mais complicada ?
Costinha - Quando o FC Porto empatou na Madeira com o Nacional, os desacatos começaram logo no aeroporto do Funchal. As claques provocaram com insultos todos os jogadores, sobretudo o Raul Meireles, que tivera o azar de fazer um autogolo. Foi mesmo agredido fisicamente, com uma garrafa. Eu estava no Porto, a recuperar de um traumatismo craniano, mas soube o que se estava a passar porque telefonei a vários colegas, por solidariedade. E perante o que ouvi decidi ir ao aeroporto do Porto esperar a equipa. Levei dois amigos, para não levar dois guarda-costas, e tive razão, porque quando lá cheguei vi um bando de 60 ou 70 Super Dragões. Os jogadores foram os primeiros a sair do avião e a levar com aquela gente toda, com insultos, com agressões, enquanto os dirigentes ficaram dentro do avião, protegidos. Apenas Reinaldo Teles saiu. E a verdade é que aquela gente agrediu atletas. Na época passada, tudo foi permitido no FC Porto.

quinta-feira, 13 de março de 2014

Mário Figueiredo Vs. Máfia do Futebol

Mário Figueiredo: «Clubes estão a ser coagidos»
MÁRIO FIGUEIREDO ACUSA A OLIVEDESPORTOS
Terça-Feira, 11 março de 2014 

O presidente da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) acusou a Olivedesportos de manter reféns os clubes e de os coagir para terem "determinados comportamentos", considerando ser já "um caso de polícia".

"Há uma força que coage, faz ameaças. Os clubes estão a ser coagidos para terem determinados comportamentos. Isto está a tornar-se um caso de polícia", disse Mário Figueiredo em entrevista à SIC Notícias.

O presidente da Liga de clubes culpou a Olivedesportos pelo movimento das equipas para destituí-lo, garantindo que os clubes estão reféns de uma força instalada que manda no futebol português há 30 anos e que apenas o Benfica se conseguiu libertar desta. "O pecado capital esteve logo na minha eleição. Ganhei eleições contra o sistema, com um programa que colidia com os interesses instalados no futebol português", recordou, lembrando que, aquando da sua eleição, "os clubes demonstraram que estavam fartos da exploração dos direitos televisivos da Olivedesportos".

De acordo com Mário Figueiredo, que garantiu que vai cumprir até ao fim o mandato para o qual foi eleito, o seu programa eleitoral era "muito simples" e consistia em "dominar o abuso de posição dominante" da empresa que geria os direitos televisivos. "Os 28 clubes que decidiram apresentar a queixa sofrem ameaças constantes, o que é um caso de polícia", reforçou, revelando que as equipas estão a sofrer agora as consequências da decisão de elegê-lo, uma eleição que foi, na sua opinião, a única verdadeiramente livre.

Para o responsável, o movimento dos clubes prende-se com a necessidade de colocar na LPFP alguém que controle os prejuízos que a Olivedesportos vai ter se a Autoridade da Concorrência decidir favoravelmente à Liga quanto à queixa relativa ao abuso de posição dominante da empresa gerida por Joaquim Oliveira. "Os presidentes dos clubes mudaram, os presidentes da Federação mudaram, os presidentes da Liga mudaram, mas houve uma pessoa que se manteve durante 30 anos", realçou, assegurando que os presidentes que o antecederam "foram todos indicados pela Olivedesportos".

quarta-feira, 12 de março de 2014

“Fui ameaçado com um tiro”

RECORDAÇÕES DA MÁFIA FUTEBOLEIRA...
FONTE DA NOTÍCIA
Por:David Barata
Caso: Paulo Assunção diz que foi intimidado para renovar com o FC Porto

“Fui ameaçado com um tiro”

Fui ameaçado por um grupo de pessoas que me disseram que se não renovasse pelo FC Porto levaria um tiro no joelho.”
A revelação foi feita ontem por Paulo Assunção, médio que rescindiu com o FC Porto, no Verão de 2008, ao abrigo da Lei Webster, segundo a a qual um jogador pode rescindir contrato com um clube que tenha representado, pelo menos, durante três anos, indemnizando-o no valor remanescente do contrato.

Assunção disse, ainda, que foi alvo de perseguição automóvel. 'No final de um treino fui perseguido de carro, mas fui logo à polícia. Tinha de proteger a minha família. É tudo o que tenho', frisou à RTP, o agora jogador do Atl. Madrid, que ontem completou 29 anos.
Depois deste episódio, Paulo Assunção frisou que não tinha condições para continuar na cidade Invicta e optou por rejeitar a proposta de renovação feita pelos responsáveis portistas.


quarta-feira, 5 de março de 2014

DEPOIMENTOS AO LONGO DOS ANOS SOBRE PINTO DA COSTA

Depoimentos sobre Pinto da Costa ao longo dos últimos anos, por diversas personalidades de vários países:
 " FC Porto usa as pessoas como se fossem guardanapos ", Carlos Pereira

" Pinto da Costa jura pela filha que diz a verdade mesmo quando mente ", Octávio Machado

" Quando eu decidir falar (sobre o FC Porto) saiam da frente", Adriano

" O FC Porto compra títulos no supermercado ", Alex Fergunson

" Vi bem pior no túnel das Antas ", João Trindade, técnico do Atalaia de Campo

"Luciano D’Onofrio fez uma tentativa de corrupção sobre um jogo do Portimonense contra o FC Porto (o meu pai fala disso numa reportagem que poderás ver no DVD). O incidente ocorrido no Verão de 1986 foi apenas um infeliz acidente que acabou por ser dramático para a nossa família", Filha do falecido Cadorin

"Como presidente da UEFA não estou nada contente com a inclusão do FC Porto na Liga dos Campeões. Digo-o claramente. Durante o meu mandato, a UEFA vai lutar até à morte contra a corrupção", Michel Platini

“Talvez um dia fale", Moreira, jugador júnior do FC Porto, apanhado nas malhas do doping

" Qualquer auditor de contas ou conselho fiscal tinha de ver a quem são pagas comissões e qual o interesse do FC Porto em ter jogadores emprestados por todos os lados", Miguel Sousa Tavares

"Era complicado acabar um jogo nas Antas com a equipa da casa a perder", Alder Dante

"Cinco indivíduos abordaram-me e disseram que se não renovasse contrato até alguns dias depois me davam um tiro nos joelhos!", Paulo Assunção

"Fui ameaçado, mas como tenho um amigo na cidade do Porto, o caso foi pacífico", "Luís Fabiano deixou-se apanhar pelo medo.", Costinha

"O Porto não conquistou a sua credibilidade no País, nem o pode fazer com o bairrismo típico, dizendo que o melhor é o futebol. Não quero falar de futebol, ainda mais num momento como o que está a acontecer aqui [Apito Dourado] e que me faz lembrar os casos-Tapie (ex-presidente do Marselha) e Gil Y Gil (antigo presidente do Atlético de Madrid)", Rui Rio