sábado, 27 de abril de 2013

Nomeação de Manuel Mota para o Marítimo-Benfica "não é normal"

O árbitro do jogo entre madeirenses e benfiquistas esteve no Feirense - Sporting "B" que não chegou ao fim. Presidente dos fogaceiros repudia e estranha a nomeação.
 O presidente do Feirense, Franklim Freitas, mostra-se indignado com a nomeação do árbitro Manuel Mota, para o Marítimo – Benfica, da próxima segunda-feira, nos Barreiros.
Manuel Mota foi o juiz que, há pouco mais de uma semana, esteve no Feirense – Sporting "B", que terminou aos 76 minutos, quando a equipa de Santa Maria da Feira ficou reduzida a seis jogadores. Primeiro, surgiram as expulsões de Rocha, Oliveira e Sténio, que deixaram o Feirense reduzido a oito unidades. Depois, as lesões de Marcelo Baiono e do guarda-redes Carlos, que ditaram que o juiz desse por terminada a partida.
Depois do que sucedeu nesse jogo, Franklim Freitas confessa não achar normal a nomeação de Manuel Mota para uma partida da responsabilidade de um Marítimo – Benfica, de grande importância para as contas do título.
"Não acho isso normal; as pessoas que nomeiam os árbitros deveriam estar mais atentas ao futebol profissional; brinca-se um bocado ao futebol e na minha perspectiva esta nomeação para um jogo tão importante está completamente desenquadrada. Repudio e acho estranha a nomeação de Manuel Mota para o jogo da Madeira", diz o presidente dos fogaceiros, em entrevista a Bola Branca.
Indignado com a escolha, Franquelim Freitas deseja a Manuel Mota "um melhor dia do que teve em Santa Maria da Feira".
"O futebol português necessita de árbitros competentes e que sejam isentos. Na Feira aconteceu um dia muito mau para o senhor Manuel Mota. Desejo-lhe que faça um grande jogo e não crie mais polémicas, porque polémicas já temos muitas no futebol", conclui.

FONTE DA NOTÍCIA: Rádio Renascença

FCP O VERDADEIRO CLUBE DO REGIME FASCISTA FUNDADO 1906 (Não em1893)


João Capela - Escutas Apito Dourado - final da taça 2002.2003

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SE ISTO NÃO SERVE PARA COLOCAR ESTA GENTE NA CADEIA....

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Fernando Mendes: «DOPING? ERA SEMPRE CERTO»


Fernando Mendes: «ERA SEMPRE CERTO»
Citações retiradas do livro «Jogo Sujo», de Fernando Mendes e Luís Aguilar
«Em determinado período da minha carreira cheguei a um clube que tinha uma grande equipa, um belíssimo treinador e um presidente carismático. Para além destas qualidades, existiram outros ingredientes que facilitaram o nosso percurso vitorioso. Devo dizer que antes de ir para este clube nunca tinha tido qualquer experiência com doping (pelo menos conscientemente)»

«Os incentivos para correr eram sempre apresentados pelo massagista. Passado pouco tempo de estar no clube, ele aproximou-se de mim, e de outros novos jogadores (...) Disse-me claramente que aquilo que ia dar-me era doping, embora nunca tivesse falado de eventuais efeitos secundários. (...) Com o passar do tempo assumi os riscos e tomei doping de todas as vezes que me foi dado. (...) Nunca vi um único colega insurgir-se perante essa situação»

«No meu tempo, o doping era tomado de duas formas: através de injecção ou por recurso a comprimido. Podia ser antes do jogo, no intervalo, ou com a partida a decorrer, no caso daqueles que saíam do banco (...) A injecção tinha efeito imediato, enquanto os comprimidos precisavam de ser tomados cerca de uma hora antes do jogo»

«Em alguns clubes onde joguei tomei Pervitin, Centramina, Ozotine, cafeína, entre muitas outras coisas das quais nunca soube o nome»

«Cada jogador tomava uma dose personalizada, mediante o seu peso, condição física ou última vez que tinha ingerido a substância (...) Porém, nos jogos importantes era sempre certo (...) Quando se sabia que não iria haver controlo antidoping, nunca falhava»

«Lembro-me de um jogo das competições europeias contra uma equipa que tinha três campeões do mundo no seu plantel. Um deles era um poderoso avançado no jogo aéreo. (...) Apanhei-o várias vezes no meu terreno de acção. Ele era um armário, com um tremendo poder de impulsão. Mas nesse dia eu saltei que nem um louco e ganhei-lhe quase todas as bolas de cabeça (...) O meu segredo: uma pequena vacina, do tamanho de meia unha, chamada Pervitin»


«Em certos treinos víamos um ou dois juniores que apareciam para treinar connosco. Esses juniores não estavam ali porque eram muito bons ou porque tinham de ganhar experiência. Estavam ali para servirem de cobaias a novas dosagens. Um elemento do corpo clínico dava cápsulas ou injecções com composições ilegais a miúdos dos juniores (...) Diziam-lhes que eram vitaminas e que a urina era para controlo interno»

«Se um jogo fosse ao domingo, o nosso médico sabia na sexta ou no sábado quais as partidas que iriam estar sob a tutela do controlo antidoping. Mal tinha acesso à informação, avisava todo o plantel e o dia de jogo acabava por ser directamente influenciado por essa dica»

«Em determinada temporada (...) sou convocado para um encontro particular da Selecção Nacional. (...) Faço uma primeira parte fantástica, mas ao intervalo começo a sentir-me cansado e tenho medo de não aguentar o ritmo (...) O jogo realiza-se num estádio português (...) Estão lá um médico e um massagista de um clube onde jogo (...) No intervalo, peço a esse médico para me dar uma das suas injecções de doping. Saio do balneário da Selecção, sem que ninguém se aperceba, e entro numa salinha ao lado. É aí que me dão a injecção pedida por mim. Volto a frisar que ninguém da Selecção se apercebeu»

FONTE DA NOTÍCIA: Blog Mastergroove

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Jornalistas agredidos nas Antas, Pinto da Costa via e sorria...

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Capela também apanhado nas escutas do "Apito Dourado"

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Bolas quentes e frias na taça de Portugal


António Oliveira "Olivedesportos controla o futebol nacional"


Arbitro Jorge Coroado chama Pinto da Costa Corrupto


Mourinho ajudado por Pinto da Costa


Capela era defendido por Pinto de Sousa

João Capela, o árbitro envolvido em polémica após ter apitado o jogo Benfica--Sporting (2-0) do último domingo, era um dos protegidos de Pinto de Sousa na altura do Apito Dourado.


As escutas ontem reveladas em exclusivo pela CMTV mostram uma conversa entre Pinto de Sousa, então presidente do Conselho de Arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol, e Luís Nunes, membro do mesmo organismo. O primeiro pergunta ao segundo por que não foi ver o jogo Tirsense-Trofense. João Capela era o árbitro e Pinto de Sousa diz para o seu interlocutor: "Ia ver uma grande arbitragem…" E conta-lhe que está naquele momento com o juiz de linha.
As escutas ontem reveladas pela CMTV mostram ainda um mundo de compadrio na arbitragem. Pinto de Sousa falava regularmente com os restantes membros do órgão para mudarem as classificações. Chegou mesmo a aceitar uma cunha de Isabel Damasceno, presidente da Câmara de Leiria, por causa da classificação de um árbitro daquela cidade. Pinto de Sousa conversa depois com o filho e conta-lhe o pedido. O familiar responde-lhe que "dá sempre jeito" ajudar a autarca.
Nas mesmas escutas há ainda referência ao informático da Federação que era responsável pelas listagens. Pinto de Sousa está irritado. Diz que não pode ficar nas mãos das mudanças efetuadas pelo técnico da Federação. Queria garantir que as classificações eram feitas conforme as suas instruções.

Por:Tânia Laranjo

FONTE DA NOTÍCIA: CORREIO DA MANHÃ

Telefonemas tentam calar Casagrande

"Casagrande recebeu vários telefonemas de Portugal a pedirem para se calar e esquecer este assunto do doping", disse ontem ao Correio da Manhã uma fonte próxima do ex-jogador brasileiro, que afirmou no programa de Jô Soares que tinha utilizado substâncias dopantes quando estava ao serviço do FC Porto, em 1987.



A mesma fonte não sabe de quem eram os telefonemas, apenas que tinham como objetivo alertar o ex-futebolista para ficar em silêncio.
As acusações de Casagrande, que está no Brasil a promover o seu livro ‘Casagrande e seus demónios', causaram grande polémica, quando em direto assumiu que o doping era prática comum no FC Porto: "Quando cheguei à Europa, no dia em que me estreei pelo FC Porto, um jogador chegou ao pé de mim e avisou-me que ia jogar. Fiquei contente. Mas depois ele disse-me: ‘tens de passar ali atrás, que tem ali um negócio para usar'. Fui lá e usei. Usei umas quatro vezes."
"É aquilo que mais me envergonha, que menos gosto de lembrar. Era algo injetável no músculo. Dava uma disposição acima do normal. Antidoping? Não tinha", acrescentou Casagrande.
Walter Casagrande, de 50 anos, jogou cerca de seis meses no FC Porto na época de 1986/87, vindo do Corinthians. Estreou-se com a camisola dos dragões num empate (2-2) nas Antas com o V. Guimarães, tendo apontado um dos golos (Juary fez o outro).
Depois da passagem fugaz por Portugal (um golo em seis jogos), Casagrande esteve seis anos em Itália (Ascoli e Torino), tendo regressado ao Brasil em 1993 -Flamengo, Corinthians, Lousano Paulista e São Francisco.

Por:António Pereira/ João Santos Filipe/ Mário Figueiredo

FONTE DA NOTÍCIA - CORREIO DA MANHÃ

terça-feira, 23 de abril de 2013

O FAMOSO GUARDA ABEL

PORCOS... CORRUPTOS... E VIOLENTOS...

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Ex jogador Casagrande fala de doping no FC Porto

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"Quando cheguei à Europa, no dia em que me estreei no FC Porto, um jogador chegou ao pé de mim e avisou-me, pois ninguém sabia a equipa antes do jogo. Então eu entrei no campo para ver como estava o relvado, ele chegou ao pé de mim e disse-me que ia ser titular, que me ia estrear", começou por recordar, admitindo que se sentiu "empolgado" pela novidade.


"Mas depois ele disse-me 'tens de passar ali atrás, que tem ali um negócio para usar'. Fui lá e usei... Usei umas quatro vezes. É aquilo que mais me envergonha, que menos gosto de lembrar. Atrapalha-me muito mais pensar nisto do que quando penso nas drogas que tomei", lamentou, dizendo depois que a substância era "injetada no músculo", dando uma "disposição acima do normal".


Quanto a um possível controlo antidoping, Casagrande foi claro: "não havia antidoping..."

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Presidentes de clubes prestam vassalagem a Pinto da Costa

Em troca de escaparem a tribunal muitos dos presidentes de clubes de futebol prestam vassalagem a Pinto da Costa em troco do presidente do FCP através de pressões politicas, ameaças e coação os livrar das celas.
Presidentes como Antonio Salvador (SP. Braga), Rui Alves (Nacional) António Fiúza (Gil Vicente), Isidoro Sousa (Olhanense), Fernando Oliveira (Vit. Setubal) e muitos outros presidentes de clubes da 1ª e 2ª liga professional de futebol recorrem a Pinto da Costa em troca dos seus processos serem arquivados e ficando à mercê do presidente do FCP para favores futebolísticos.

Diário de Coimbra: Presidente da Académica conhece sentença a 31 de Janeiro de 2011

«O Ministério Público pediu, ontem, a condenação de José Eduardo Simões, admitindo que “a maior dificuldade do tribunal vai passar pela definição das penas parcelares


31 de Janeiro de 2011. 15h00. Ontem, depois de oito horas de sessão de julgamento, que terminou às 22h40, Elisabete Alves Coelho, presidente do colectivo de juízes, escolheu este dia e esta hora para proceder à leitura do acórdão de sentença do processo em que José Eduardo Simões é acusado de utilizar, entre 2003 e 2005, as funções de Director Municipal da Administração do Território (DMAT) da Câmara de Coimbra para obter donativos de promotores imobiliários em favor da Académica. Na acusação deduzida pelo Ministério Público e confirmada pelo despacho de pronúncia do Tribunal de Instrução Criminal de Coimbra, Simões responde por 11 crimes de corrupção e um de abuso de poder.
Ontem, durante as alegações finais, José Luís Trindade realçou que «as matérias» do processo em causa, «pela sua opacidade, tornam mais difícil o julgamento e a prova é menos acessível», sublinhando que «tudo o que foi dito e mesmo o que não foi dito tem importância fundamental». O procurador do Ministério Público afirmou que, «nos casos de corrupção própria, excepto nos Jardins do Mondego, o que está em causa são condutas do arguido enquanto DMAT». E prosseguiu: «Eram processos que ele próprio decidia por já ter recebido donativos ou esperar receber. Tivemos aqui casos em que a intenção dos donativos foi a de ter os seus interesses rapidamente resolvidos».
José Luís Trindade criticou, por diversas vezes, a «prestação lamentável» de várias testemunhas, com o procurador a criticar, igualmente, «a adequação do discurso às circunstâncias que a prova produziu», antes de lembrar que «o arguido não está obrigado à verdade». Ainda neste contexto, o magistrado destacou a «direcção do discurso» do ex-director do Urbanismo da Câmara Municipal de Coimbra «para terrenos para aligeirar as suas responsabilidades», assim como o facto de José Eduardo Simões «transmitir a ideia de normalidade nas suas posições».
Os casos pelos quais o presidente da Académica está pronunciado foram, então, pormenorizados um a um. No que diz respeito ao empreendimento Jardins do Mondego, o procurador disse poder afirmar que Simões «tinha conhecimento da pretensão do promotor em construir mais um andar», razão pela qual «deixou passar o tempo», mas, acrescentou, o processo «fugiu ao controlo do arguido», sublinhando que «não se percebe porque razão impediu os funcionários de fiscalizarem». «A explicação está nas relações entre o arguido e Emídio Mendes [proprietário do empreendimento]», explicou

a confusão entre DMAT e
presidente da Académica
Sobre outros casos do processo, José Luís Trindade criticou a atitude do arguido, nomeadamente por «não ver escrita uma linha» sobre determinadas fiscalizações ou pareceres dados relativos a processos levados a apreciação superior e a votação do executivo municipal. «Joaquim Antunes dos Santos, na sua simplicidade de Chão de Couce, disse-nos que precisava de pessoas para acompanharem os processos. Esta relação estabelecida por esta pessoa tem de servir para explicar a atitude que os promotores aqui em causa tiveram», referiu.
«Joaquim Antunes dos Santos disse mais, disse que alguém na Câmara disse que o DMAT podia ajudar. Depois, outra testemunha, Adriano Lucas dos Santos, fez a mesma referência. Joaquim Antunes dos Santos até disse o presidente da Académica em vez do DMAT. É esta confusão que potenciou estas situações que estão na origem deste processo», reconheceu Trindade, antes de se situar na famosa vivenda de Tavares de Almeida, na encosta da Avenida Gouveia Monteiro.
«É, porventura, o caso de maior dificuldade em matéria de prova, pois é fazer prova de omissões», realçou o procurador do Ministério Público, declarando que «a obra como está, devia constituir motivo de alguma vergonha para a cidade por não se ter resolvido a questão». «Tavares de Almeida disse que o embargo foi preparado para depois da saída de José Eduardo Simões [do cargo de DMAT], o que significa que não aconteceu antes porque lá estava José Eduardo Simões», prosseguiu.
Na opinião do magistrado, «os valores não são insignificantes», defendendo serem atribuídos «no sentido de obterem pareceres favoráveis e o desbloqueamento das suas questões na Câmara Municipal de Coimbra».
José Eduardo Simões responde por «seis crimes de corrupção própria [passiva para acto ilícito], quatro crimes de corrupção [passiva] para acto lícito e um crime de abuso de poder», com o procurador a reconhecer que «a maior dificuldade [do colectivo de juízes] vai ser definir as penas parcelares». José Luís Trindade pediu, ainda, «a perda em favor do Estado do dinheiro dos donativos feitos à Académica, assim como dos valores conseguidos pelos promotores e referidos na pronúncia, por serem fruto de crimes».
Durante as alegações finais, José Luís Trindade lembrou que cada crime de corrupção própria é punível com um a oito anos de prisão, assim como mencionou que cada crime de corrupção para acto lícito pode ir até dois anos de cadeia ou multa até 240 dias. O crime de abuso de poder é, igualmente, punível com pena de prisão até três anos ou multa. Ora, caso a decisão do colectivo de juízes seja a condenação, terá de ser fixado o cúmulo jurídico, que mais não é do que uma medida inferior à soma das punições parcelares.

Advogado de defesa destacou “falta de fundamentação” do Ministério Público
“A prova que aqui se fez, se é que se fez alguma, foi escassa”
«A prova que aqui se fez, se é que se fez alguma, foi escassa», determinou Rodrigo Santiago durante as alegações finais do processo em que defende José Eduardo Simões. O advogado sublinhou «a falta de fundamentação» do Ministério Público, que, disse, «limitou-se a produzir a prova do seu julgamento». «Não diz que o arguido abusou do poder do cargo e cometeu ilicitudes, mas que incorreu em diversas nulidades ao não fundamentar os seus actos», prosseguiu o causídico.
Rodrigo Santiago sublinhou que «o Ministério Público é que tem de provar os factos», destacando que o procurador «esteve três horas a tentar produzir a prova». «Adriano Lucas dos Santos [promotor imobiliário] é a mãe de todo este processo da confusão entre José Eduardo Simões presidente da Académica e José Eduardo Simões Director Municipal da Administração do Território [DMAT]. Foi uma coisa que o Ministério Público nunca gostou. Ele e a comunicação social», acrescentou.
O advogado falou de «uma coisa onerosa do ponto de vista ético», referindo-se à suspensão provisória do processo, mediante proposta do Departamento de Investigação e Acção Penal de Coimbra, relativamente aos empreiteiros envolvidos. «Vocês não vão a tribunal desde que vão “chibar”», criticou Santiago, antes de passar a uma descrição factual precisa, tanto técnica, como temporal, das 12 situações mencionadas no processo, que, recorde-se, começou a ser julgado no início de Maio deste ano.
Durante as alegações finais, Rodrigo Santiago “cascou” em vários funcionários da Câmara Municipal de Coimbra, assim como apresentou interpretações diversas produzidas em sede de julgamento por diferentes técnicos da autarquia sobre uma mesma questão. Na sua intervenção, o advogado falou, também, da vivenda de Tavares de Almeida para considerar tratar-se de «um caso fantástico», além de garantir ter sido «um dos processos mais controlados» pela autarquia.
Antes da sessão terminar, José Eduardo Simões confessou que, desde que deixou o cargo de DMAT, «os proveitos e ganhos da Académica subiram 20 por cento», explicando que a subida só não foi maior devido a três razões: «Às buscas, à Académica ser considerado um clube rico depois da venda de Marcel ao Benfica e à crise que se instalou». «Não foi por ter saído da Câmara que os donativos diminuíram. No primeiro semestre de 2006, ainda houve 275 mil euros de donativos. A Académica só perdeu enquanto estive na Câmara», esclareceu.
O antigo director do Urbanismo criticou a autarquia de Coimbra, nomeadamente pela postura assumida na consulta dos processos que solicitou. «Não tive livre acesso a todos os processos da Câmara, a que queria ter acesso apenas para me defender melhor. A Câmara não facultou nem um por cento dos dados que pedi. Desta forma, como é que posso defender-me? Foi muito difícil a defesa trabalhar neste processo», reconheceu o arguido.»


terça-feira, 2 de abril de 2013

MAIS ESCUTAS DO APITO DOURADO


 E UM DOS CLUBES CORRUPTOS ESTÁ PRESTES A REGRESSAR AO ESCALÃO MAIOR DO FUTEBOL PORTUGUÊS...
BOAVISTA A PASSAR POR CIMA DAS LEIS... COM APOIO NORTENHO...

CORRUPÇÃO NA UEFA



Os últimos acontecimentos no futebol internacional mais propriamente na UEFA faz lembrar o que se passa à muitos anos em Portugal, com a diferença que aqui é tudo às claras pois a corrupção tanto no Futebol como em outros sectores da sociedade parece passar sempre ao lado de uma também justiça corrupta.
Estas imagens estão a levantar uma enorme duvida sobre a manipulação de sorteios por parte do organismo que tutela as principais e milionárias competições Europeias UEFA, ao fazerem querer da existência de um mecanismo de vibração das bolas que assim seriam mais facilmente manipuladas adulterando o sorteio.

Ahmet Çakar, antigo árbitro turco foi o primeiro a colocar em causa o sorteio dos quartos de final da Liga dos Campeões, realizado na semana passada, em Nyon, Suíça. Lembrar do episódio testemunhado por uma televisão Inglesa já esta época quando, o resultado do ensaio foi precisamente o mesmo do resultado final, agora num canal de televisão turco, Ahmet Çakar questiona, o Real Madrid-Galatasaray, o ex juiz fala ainda noutro dado curioso, nenhum dos principais candidatos à vitória na prova, Borussia Dortmund, Real Madrid, Bayern Munique e Barcelona, jogam entre si o que, poderá culminar com jogos de "gigantes" nas meias-finais e na final.
Recorde-se o emparelhamento do Sorteio, Málaga vs Borussia Dortmund, Real Madrid vs Galatasaray, PSG vs Barcelona, Bayern Munique vs Juventus.

Veja com atenção este vídeo e tire as suas conclusões, Gianni Infantino parece subtilmente manipular algo junto à taça que envolve as bolas do sorteio, um dispositivo electrónico para activar um qualquer sistema de vibração ou outro? É o que realmente fica subentendido. Uma vergonha para o futebol, fácil é entender porque, sempre tão bem se movimentou o FC Porto junto deste mesmo organismo intitulado UEFA.

Fonte da NOTÍCIA: http://www.benficabook.net/