quinta-feira, 10 de março de 2011

Ainda o Caso Calabote ou como uma mentira (da direcção do FCP) contada muitas vezes passa a verdade

INOCÊNCIO CALABOTE FOI IRRADIADO (O ÚNICO ÁRBITRO IRRADIADO ATÉ HOJE E COM TANTOS CORRUPTOS NO ACTIVO) DO FUTEBOL POR SUPOSTOS ERROS QUE BENEFICIARAM O BENFICA, O CERTO É QUE NO JOGO PARALELO EM QUE O FC PORTO LUTAVA PARA SER CAMPEÃO EXISTIRAM CASOS MAIS GRAVES E O ÁRBITRO NÃO FOI IRRADIADO E ADIVINHEM.... O FCP FOI CAMPEÃO... 


MORAL DA HISTÓRIA QUEREM FAZER QUERER QUE CALABOTE AJUDOU O BENFICA, FOI IRRADIADO E ELE AJUDOU TANTO O BENFICA QUE... O FC PORTO FOI CAMPEÃO NESSE ANO???

COM ÁRBITROS COMO O CALABOTE A AJUDAR O BENFICA, QUEM PRECISA DE JORGES SOUSAS, XISTRAS, BENQUERENÇAS, BAPTISTAS, CALHEIROS, PAIXÕES, GUIMAROS, DUARTES, PARATYS E OUTROS QUE TAIS?
 


CASO CALABOTE... FC Porto marcou dois golos no fim e Torreense acabou com nove.

FC Porto marcou dois golos no fim e Torreense acabou com nove.
O outro jogo decisivo da última jornada deste campeonato de 1958/59 foi o Torreense-FC Porto. O FC Porto entrou com quatro golos de vantagem sobre o Benfica (na decisiva diferença total de golos) mas, ao intervalo, o Benfica já estava em vantagem: ganhava por 5-0 à Cuf, enquanto o FC Porto vencia em Torres Vedras por 1-0. Entretanto, na Luz o resultado foi fixado em 7-1 quando havia sete minutos para jogar, mas em Torres Vedras, a dois minutos do fim, o FC Porto fazia 2-0 e, a vinte segundos do final, Teixeira marcou o terceiro e decisivo golo. O Benfica jogou ainda dez minutos, mas não conseguiu o golo que lhe faltava. O Torreense, que sofrera o primeiro golo quando tinha um jogador fora de campo, lesionado, jogou com dez jogadores, por expulsão de Manuel Carlos, desde os 20 minutos da segunda parte, e ainda viu ser expulso outro jogador a seguir ao 2-0 (por pontapear a bola para longe depois do golo), sofrendo o 3-0 quando já só tinha nove homens em campo.
Casos houve, pois, no jogo Torreense-FC Porto, com a arbitragem de Francisco Guiomar a ser contestada pelos jogadores locais… Uma época de “casos” O FC Porto foi campeão na época do injustamente célebre caso-Inocêncio Calabote. Uma época repleta de casos, com manifesto prejuízo para o Benfica que, ao contrário do que se afirma, não dominava as estruturas do futebol (o presidente da Federação era o cap. Maia Loureiro, sportinguista) e muito menos a arbitragem, então dirigida por Coelho da Fonseca, associado do Belenenses, então um dos quatro “grandes” e que nesse ano foi terceiro, apenas a três pontos do FC Porto e do Benfica.
A parte final do campeonato foi renhidamente disputada entre Benfica e FC Porto e os casos “estranhos” foram então numerosos. Recordemo-los resumidamente: - Chino, influente extremo-direito do Benfica, foi na fase decisiva da competição castigado com cinco jogos de suspensão que mais tarde, quando estavam quase cumpridos, foram reduzidos a um!... - o Belenenses-Benfica, da 19ª jornada (a sete do fim), foi protestado pelo Belenenses, primeiro por lhes ter sido anulado um golo de canto directo, depois por uma questão da barreira defensiva do Benfica se ter ou não mexido antes de Matateu apontar um livre! Pois o jogo foi mandado repetir na quinta-feira anterior ao jogo decisivo frente à Cuf (última jornada) e quatro dias depois do Benfica se ter deslocado a Alvalade (penúltima jornada). A seguir ao campeonato, os clubes da I Divisão estiveram duas semanas sem jogar, à espera que terminasse a II Divisão, para disputarem a Taça de Portugal! Na repetição, Belenenses e Benfica voltaram a empatar (1-1) mas o desgaste foi enorme. - A três jornadas do fim, o FC Porto, que estava com largo atraso do Benfica na (decisiva) diferença de golos, recebeu o Belenenses (então com uma das melhores equipas nacionais) e ganhou por “estranhos” 7-0. - Na penúltima jornada, o Sporting-Benfica (2-1) foi repleto de incidentes, com o Benfica a terminar com apenas nove jogadores (não havia substituições), por expulsão de Ângelo e lesão de Artur, colocado KO nas cenas de pugilato verificadas a dada altura. Depois, na mesma semana, o Benfica teve que repetir o jogo no Restelo e receber a Cuf na jornada decisiva…
Ou seja, o caso mais mediático de "possível" corrupção do Benfica, é nada mais nada menos um jogo que dá o campeonato ao FC Porto...

O chamado caso-Calabote é uma grande mentira!

O caso Inocêncio Calabote ou uma mentira muitas vezes repetidas,onde se recorda a célebre arbitragem do Benfica-Cuf (7-1) da última jornada do campeonato de 1958/59 (ganho pelo FC Porto), jogo que, diz-se agora, o árbitro terá prolongado por dez minutos, à espera de um golo que daria o título ao Benfica.
Nem o Benfica ganhou esse campeonato, nem o jogo demorou tanto: o árbitro deu não mais de três a quatro minutos de descontos, plenamente justificados pelas constantes perdas de tempo dos jogadores adversários. Basta reler os jornais da época…
Desde os anos oitenta, quando se acentuou o domínio do FC Porto sobre a arbitragem nacional, culminado, duas décadas depois, com a tardia “Operação Apito Dourado”, passou a ouvir falar-se muito no antigo árbitro Inocêncio Calabote e nos favores que teria feito ao Benfica num célebre jogo com a Cuf na última jornada do Campeonato Nacional de 1958/59 (22 de Março), terminado com o resultado de 7-1 e que teria tido, no dizer de quantos o recordam agora, dez minutos a mais, dados pelo árbitro à espera que o Benfica marcasse mais um golo que lhe daria o título.
Nada mais falso.
Quando se chegou à 26ª e última jornada deste campeonato, marcado por inúmeros casos, FC Porto e Benfica estavam igualados em pontos e na primeira fórmula de desempate, já que haviam empatado os dois jogos entre ambos. O FC Porto tinha então uma vantagem de quatro golos na diferença total entre tentos marcados e sofridos, pelo que tudo se iria decidir na última jornada, nos jogos Torreense-FC Porto e Benfica-Cuf. Apesar de uma e outra destas equipas estarem em perigo de descer de divisão (o Torreense desceu mesmo e a Cuf acabou por ter que disputar o então chamado Torneio de Competência com os melhores classificados da II Divisão), é muito natural que tanto os jogadores da Cuf como os do Torreense tenham tido prémios especiais (e secretos) para dificultarem a vida aos dois candidatos ao título.
Rádios ligados e… seis minutos de atraso, e como eu disse, sem televisão a transmitir, era através da rádio que, num e noutro campo, os adeptos iam seguindo a marcha dos marcadores. E a grande questão, que dá origem a todos os exageros que hoje se propalam, residiu no facto de o jogo do Benfica ter começado seis minutos mais tarde que as tradicionais 15 horas, então o horário de início de todos os jogos.
A nossa equipa demorou a entrada em campo o mais que pode, de forma a poder vir a beneficiar do conhecimento do resultado em Torres Vedras, facto que levou a que o clube fosse então (justamente) multado.
Esses seis minutos juntos com os três a quatro minutos que o árbitro prolongou o jogo para compensar percas de tempo, levou a que o jogo da Luz tivesse terminado apenas mais de dez minutos depois do de Torres Vedras, tempo durante o qual a equipa do FC Porto esperou em pleno campo, para depois festejar a conquista do título. E foi essa longa espera, superior a dez minutos, que deu origem à lenda-Calabote, que tão aproveitada (e distorcida) tem sido ao longo dos tempos.
O Benfica não foi em nada beneficiado com essa arbitragem. E o árbitro até teria tido todas as possibilidades de «dar» o título ao Benfica, já que o nosso clube marcou o seu último golo aos 38 minutos da segunda parte e, quando o jogo de Torres Vedras terminou, o Benfica ainda teve cerca de dez minutos (seis regulamentares e mais três a quatro de “descontos”) para marcar aquele que lhe daria o título.
O que disseram os jornais folheando os três jornais desportivos da época, nada faria supor que, várias décadas depois, o jogo fosse tão falado.
Vejamos o que então se escreveu sobre o tempo de desconto, não sem que, antes, se recorde que, na altura, a missão dos árbitros era bem mais difícil, pois não havia cartões amarelos, o guarda-redes podia passear com a bola na grande área, batendo-a no chão as vezes que entendesse e a demora nos lançamentos da linha lateral não era castigada com lançamento a favor da equipa adversária. Mas vejamos o que disseram os jornais.
Alfredo Farinha, em “A Bola”, foi bem claro: «O recurso sistemático aos pontapés para fora do rectângulo, a demora ostensiva na marcação dos livres e lançamentos de bola lateral, as simulações de lesionamentos, o uso e abuso, enfim, de todos esses vulgarizados meios de “queimar tempo” (…) dificilmente encontram, no caso de ontem, outra justificação se não esta: a Cuf não jogou, exclusivamente, para si mas também para uma outra equipa (a do FC Porto) que estava à margem da luta travada na Luz.» Mais adiante, na apreciação ao trabalho do árbitro, acrescenta Alfredo Farinha: «No que se refere ao prolongamento de quatro minutos, cremos ter deixado, ao longo da crónica, justificação bastante para o critério do sr. Inocêncio Calabote.»
No “Mundo Desportivo”, Guilhermino Rodrigues não comungava da mesma opinião, mas até considerou menor o tempo de desconto e acabou por o justificar: «Exagerado o período de três minutos que concedeu além do tempo regulamentar para contrabalançar os momentos gastos em propositada demora pelos cufistas.»
No “Record”, em crónica não assinada (um antigo hábito do jornal), uma outra opinião: «Deu quatro minutos (…) pela demora propositada dos jogadores da Cuf – alguns deles foram advertidos – na reposição da bola em jogo. Não compreendemos porque não usou do mesmo critério no final do primeiro tempo, dado que aquelas demoras se começaram a registar desde início.» Esclarecedor… Dois “penalties” indiscutíveis Um só duvidoso A acrescentar à fantasia dos dez minutos de descontos, há também quem fale nas três grandes penalidades que o árbitro assinalou a favor do Benfica.
Os jornais foram unânimes em considerar indiscutíveis o primeiro e o terceiro e apenas o segundo deixou dúvidas.
“A Bola”: «Quanto aos “penalties”, não temos dúvida de que o primeiro e o terceiro existiram de facto; dúvidas temos, porém, quanto ao segundo, pois Cavém, ao que se nos afigurou, não foi derrubado por um adversário, antes foi ele próprio que se descontrolou e desequilibrou.»
“Record”: «Regular comportamento no julgamento das faltas. Só não concordamos com a segunda grande penalidade. A falta existiu, na verdade, mas só por ter sido executada fora de tempo merecia livre indirecto.»
“Mundo Desportivo” (a propósito do segundo penalty): «Cavém obstruído quando perseguia a bola dentro da área. A falta só exigia livre indirecto.”
Já agora, recorde-se também a declaração de Cândido Tavares, treinador da Cuf, ao “Mundo Desportivo”: «O resultado justifica-se. Mas o árbitro foi demasiado longe na marcação das grandes penalidades. Não achei justo que assim sucedesse. Pena foi que não adoptasse agora no final o mesmo critério, não assinalando um autêntico “penalty” quando Durand derrubou Cavém.
Era quanto a mim mais razoável.” Elucidativo! Se o árbitro tivesse desejado “oferecer” o título ao Benfica teria tido flagrante oportunidade… Sem escândalo!
O que aqui se escreveu poderá ser facilmente consultado nos jornais da época. Não houve qualquer escândalo com a arbitragem de Inocêncio Calabote nesse Benfica-Cuf.
O chamado caso-Calabote é uma grande mentira!

“O senhor, na funerária, vira à esquerda”, ou como no gps dourado não há túneis

O presidente do FC Porto disse esta semana que ao FC Porto «só falta o título dos túneis». É capaz de ter razão porque no caminho que levou o árbitro Augusto Duarte até sua casa, na Madalena, com as indicações preciosas e precisas que Pinto da Costa foi prestando ao condutor do veículo, qual GPS Dourado, nunca houve que passar em nenhum túnel.
Bendita seja a Madalena que não tem túneis, que alimentem suposições estéreis!
Mas se não tem túneis, pois tem rotundas. E por lá passaram. «Na rotunda, vem para baixo», disse.
E também tem edifício dos CTT. «Vai passar por uns correios» e «na rua larga vira à esquerda». Então tem correios e também tem uma rua larga e não tem sequer um mísero túnel?
E também passaram por outros lugares bem identificados pela voz monocórdica como convém ao GPS Dourado disponível no youtube para todos os automobilistas que não acreditem que não há túneis na Madalena.
«Tem uma escola do lado direito», «o senhor na Funerária, vira à esquerda», «vai passar nuns columbófilos», «vira à esquerda, sempre para baixo», «passa o Orfeão», «passa a Junta de Freguesia da Madalena», «a clínica dentária», «na rua larga vira à esquerda», «vai passar no Clube da Madalena», «tem uma tabuleta que diz Porto», «passa o estaleiro», «sempre para baixo, sempre para baixo», «tem uma seta que diz praia» até chegar «a uma casa iluminada» …
Incrível, não é? E nem um único túnel!
E, pronto, está explicada a razão que impediu o FC Porto de arrebatar o título dos túneis. Também não lhe faz falta nenhuma.
Eu, por exemplo, dispensaria bem o regozijo se visse o meu clube a ganhar o maldito campeonato das suposições estéreis numa enfiada de títulos, como o título da fruta, o título do café com leite, o título das viagens ao Brasil, o título do sprint de José Pratas, o título do marfim, o título do chefe da caixa, o título dos quinhentinhos…
O facto de não terem acontecido condenações no processo que ficou conhecido como Apito Dourado poderá explicar o actual regabofe no sector da arbitragem. É natural, é humana, e até pode ser subconsciente em alguns casos, esta pândega que não é mais do que a celebração do triunfo do estatuto de impunidade avalizado pelos tribunais civis.
E este, sendo o primeiro campeonato que se disputa depois do coro de absolvições de dirigentes e árbitros reputadamente promíscuos nas suas relações, não podia deixar de ser um campeonato muito, mas mesmo muito especial.
Pois se ninguém, foi de cana, o que era impensável, e nem uma simples irradiação desportiva emanou de tanta matéria de prova, como impedir este fartar de folia que tem vindo a marcar as primeiras jornadas da nossa Liga e que já obrigou o próprio Vítor Pereira, presidente do sector, a vir a terreiro meter os pés pelas mãos, que foi, precisamente, o que fez o árbitro Bruno Paixão, na ilha da Madeira, quando viu Rolando, o central portista, meter as mãos pelos pés na sua área?
Estes velhos protagonistas, dado que o tempo é de justificada descompressão judicial, dão-se a luxos que os põem a jeito das interpretações mais torpes.
Noticiada por um jornal generalista e até hoje ainda não desmentida por nenhum dos presentes, a madrugada de convívio de Bruno Paixão com Lourenço Pinto, presidente da Associação de Futebol do Porto, e com José António Pinto de Sousa, ex-presidente absolvido do Conselho de Arbitragem da FPF, no bar de um hotel de Lisboa, depois de consumada a discutida arbitragem de Paixão no Nacional – FC Porto, só poderá fazer adivinhar, além da bonomia geral, uma próxima homenagem pública da AF Porto a Bruno Paixão, na sequência de idêntico preito em oportuna hora prestado a Olegário Benquerença.
Lamentavelmente, nunca a opinião pública conhecerá o teor dos diálogos entre Bruno Paixão, Lourenço Pinto e Pinto de Sousa visto que os tempos da perseguição policial e das escutas ilegais estão mortos e enterrados e não é de crer que, estando todos juntos na mesma assoalhada, tenham falado pelo telemóvel uns com os outros.
É assim a vida. Se há conversas que ficam legitimamente entre quem as conversou, outras há que nascem para saltar para a praça pública com a naturalidade das coisas naturais.
Por exemplo, no sábado passado, Olegário Benquerença que ficou de fora do calendário desportivo do fim-de-semana por razões sanitárias, aproveitou a mais do que merecida folga para receber uma nova homenagem. Sim, porque não há maior homenagem do que o desafio de ensinar os mais jovens a trilhar os bons caminhos de uma profissão, de um mister, de uma carreira.
Olegário Benquerença, na sua qualidade de émulo, ou seja, de modelo a seguir, a igualar ou a superar, respondeu afirmativamente ao convite do Encontro Nacional do Árbitro Jovem, organizado em Rio Maior pela Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol e foi dar uma lição a 60 árbitros com idades compreendidas entre os 14 e os 18 anos.
Como seria de esperar numa iniciativa pedagógica do género, as incidências do seu trabalho no último Vitória de Guimarães – Benfica mereceram a curiosidade da juvenil plateia de educandos que questionaram o educador sobre as sequelas desse seu estrondoso sucesso. O mestre, num incentivo claro à formação de herdeiros que não temam protestos de ninguém, respondeu: «Esta capacidade só está ao alcance de meia dúzia de predestinados. Não tenho dúvidas de que todos vocês gostariam de ser atacados como eu e os outros colegas porque isso significa que chegaram ao patamar mediático.»
Anda um pai a mandar o filho à escola (de árbitros) para isto.
Crónica de Leonor Pinhão, in aBola

Aveiro Connection: Ilibados, como sempre

O ‘Aveiro Connection’ – processo conhecido como ‘Águas Turvas’ – foi uma investigação levada a cabo pela Polícia Judiciária, nos anos 80 e 90, que envolvia Pinto da Costa e Luciano D'Onofrio...
Escreve Marinho Neves, no seu livro ‘Golpe de Estádio’, que Pinto da Costa “esteve metido no negócio da droga, com Luciano D'Onofrio (Aveiro Connection)”. Este processo, que tinha o nome de ‘Águas Turvas’, envolveu investigações no porto de Aveiro, onde ocorreram casos de corrupção e contrabando.
Também no ‘Aveiro Connection’ aconteceu o mesmo que no processo Apito Dourado: foi à barra dos tribunais foi só se julgou tabaco. “Mas quem é da área sabe que havia muito mais lá metido e os grandes nunca sequer foram constituídos arguidos”, pode ler-se, num texto publicado em diversos espaços da blogosfera.
“O envolvimento de Pinto da Costa, Reinaldo Teles e Luciano D'Onófrio neste caso (segundo testemunhas, jornalistas e agentes da PJ) era com droga. Dizem que os rapazinhos tinham uma negociata de pozinho e as autoridades do Porto de Aveiro eram subornadas para deixar passar”, narram.
A investigação decorreu em finais dos anos 80 e no início da década de 90. Em comum, a presença de Teófilo Salgado, que também fez parte da equipa responsável pela investigação do Apito Dourado.
Neste caso de tráfico de droga, nunca houve acusados, envolvidos, nunca houve culpados. Mas Pinto da Costa, Reinaldo Teles e Luciano D'Onofrio têm o seu nome associado a mais um processo... turvo.

FONTE DA NOTICIA: Mentira Desportiva

quarta-feira, 9 de março de 2011

Portimonense - FC. Porto (Jogo da tentativa de corrupção) O FAMOSO CASO DOS QUINHENTINHOS

ESTE CASO FICOU CONHECIDO COMO O CASO DOS QUINHENTINHOS E ERA SIMPLES, NÃO FOSSE CADORIN UM HOMEM HONESTO, A DIRECÇÃO DO FCP OFERECEU 500 CONTOS A CADORIN PARA PROVOCAR UM PENALTIE A FAVOR DO FC PORTO, O JOGADOR RECUSOU E ACUSOU PUBLICAMENTE E ALÉM DE NÃO PROVOCAR O PENALTIE PEDIDO AINDA MARCOU O GOLO DA VITÓRIA DO PORTIMONENSE...

ISTO É FUTEBOL CLUBE DO PORTO...


Novas escutas Apito Dourado Pinto da Costa

Apito Dourado Revelacoes parte 3 das escutas reais pela BTV

ESCUTAS ENTRE ANTÓNIO HENRIQUES E DUARTE AZEVEDO

Novas Escutas do Apito Dourado


VALENTIM LOUREIRO Vs ANTÓNIO GARRIDO

ESCUTAS APITO DOURADO (SÓ NÃO VALEM PARA OS TRIBUNAIS CORRUPTOS PORTUGUESES)


  EM BREVE SERÃO COLOCADAS MAIS


terça-feira, 8 de março de 2011

Javi Garcia - Alan - As imagens que a Sporttv tenta esconder sobre a agressão

Vídeo mostra que Jesus tinha razão
Por Redacção

Um vídeo posto a circular na Internet comprova a tese defendida por Jorge Jesus no final do SC Braga-Benfica. Alan faz falta sobre Javi García naquele que foi considerado o lance determinante do jogo.

O jogador do Benfica recebeu ordem de expulsão, por alegada agressão a Alan, mas mostra-se agora com estas imagens não divulgadas pela estação televisiva que transmitiu o jogo, ao longo dos 90 minutos, que Javi García foi antes vítima de falta por parte de Alan, sem que tenha agredido o adversário.

O árbitro Carlos Xistra marcou, indevidamente, comprova-se agora, falta contra o Benfica, da qual iria resultar o golo do SC Braga.

Veja aqui o vídeo:
FONTE JORNAL A BOLA

segunda-feira, 7 de março de 2011

REDE UNINDO POLICIAS E CRIMINOSOS SÃO SEGURANÇAS DE PINTO DA COSTA

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PINTO CARECA

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FCP USA AS PESSOAS COMO SE FOSSEM GUARDANAPOS

Pinto da Costa mandante nas agressões a Bexiga

SABOROSO TRIUNFO NAS ANTAS

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CORRUPÇÃO E FALCATRUAS VÊM DE LONGE...

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CAVACO À BEIRA DE UM ATAQUE DE NERVOS

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A MÁFIA NA UEFA


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No norte desde sempre se viveu o complexo de se sentirem aparte...

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Pinto da Costa tanto fez...que conseguiu...

Scolari não colocava os jogadores do FCP na montra para que o Pinto da Costa ganhasse algumas comissões com as vendas dos jogadores...
 
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O Presidente Shakespeareano


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Lucilio e as passas do Algarve

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CRIME DE FRAUDE EM LEGALIZAÇÕES - FC DO PORTO ENVOLVIDO

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ALEX FERGUNSON E AS BOCAS A JOSÉ MOURINHO

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MAIS UMA ARBITRAGEM VERGONHOSA

Operação Bolsos Limpos

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